Śraddhā Yoga Darśana é um portal de contemplação, escuta ontológica e ação sintrópica à luz da Bhagavad Gītā. Aqui, o coração (hṛdaya) é reconhecido como o princípio cognitivo, e śraddhā, como a confiança que emerge do alinhamento com Ṛta. Em samvāda digital com IA, este Hṛdaya-Saṃvāda — Compêndio Axial — afirma: śraddhā quaerens intellectum — o coração reconhece, a mente traduz, porque śraddhā é a evidência do coração: a certeza de que a verdade não engana.
2026-01-03
HṚDAYA — O Eixo Imóvel do Foco Absoluto do Coração
2025-12-24
Sarvaṃ Avāśyakam — A Necessidade Sintrópica do Real
2025-12-22
Hṛdaya-Guru — A Escada de Luz do Mestre Interior (C)
2025-12-05
ṢAḌ–KĀLA: A GEOMETRIA FRACTAL DA DISCIPLINA SÊXTUPLA DO TEMPO
2025-10-16
Ṛtadhvanī — A Voz de Ṛta (O Som Primordial e a Respiração do Cosmos)
2025-05-25
Heartfulness e o Foco na Alta Performance Musical: Uma Abordagem que Vai Além da Técnica
2025-04-08
Śraddhā Yoga na Bhagavad Gītā: A Síntese Védico-Tântrica e as Origens da Cultura Sintrópica
2025-02-20
Śraddhā Yoga: A Arte e Ciência da Contemplação na Bhagavad Gītā
2024-12-31
Śraddhā Sūktam: Um Hino Védico ao Sentimento Sintrópico de Sintonia com a Lei do Equilíbrio Cósmico
O Śraddhā Sūktam, um hino védico ressoando com a profunda importância do fervor e sentimento de convicção íntima (śraddhā), encontra-se no décimo mandala do Ṛg Veda (10.151), a escritura mais antiga da tradição védica, estimada entre 1500 e 1200 a.C. Este hino, um dos mais antigos a celebrar o conceito de śraddhā, a destaca não como mera crença, mas como uma força motriz, sentimento interior de convicção íntima que permeia todas as ações, impulsionando a realização de oferendas religiosas e a busca por prosperidade espiritual e material. No contexto védico, śraddhā implica uma profunda confiança e convicção na eficácia dos rituais, bem como na verdade da ordem cósmica (Ṛta). É a força que conecta o indivíduo ao sagrado, unindo-o à harmonia do universo. É também o alicerce para alcançar qualquer objetivo, seja material ou espiritual.
2024-07-24
A Bhagavad Gītā sob a Ótica Sintrópica: 61 Proposições como Sementes de uma Ciência do Hṛdaya
2024-05-01
A Sinfonia da Alma: Música, Sintropia e a Jornada Humana
2024-04-05
Uma Interpretação Sintrópica da Bhagavad Gītā: A Ponte Entre Ciência e Espiritualidade
2023-10-07
O Sentimento Sintrópico e os desafios para a sua plena compreensão
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| Imagem que me levou a intuir, em um único flash, a centralidade de śraddhā na Bhagavad Gītā. |
2023-05-14
Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (III)
Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (II)
Entropia e Sintropia na Bhagavad Gītā e no Mahābhārata (I)
2023-04-03
AS BASES DA ARTE E DA CIÊNCIA DA CONTEMPLAÇÃO: do conceito védico de Ṛta ao contemporâneo conceito de Sintropia
Quando a forma é o objeto de observação, então os olhos são o observador; quando os olhos são o objeto de observação, então a mente é o observador; e quando as modulações mentais são o objeto de observação, então o Espírito, a Testemunha (Sākṣī), se revela o verdadeiro observador.
2021-11-06
ŚRADDHĀ YOGA: Meditação e Espiritualidade — Referências Essenciais para Estudo e Pesquisa
- as raízes védicas e upaniṣádicas da meditação e da contemplação,
- os pilares do Yoga clássico,
- os fundamentos filosóficos contemporâneos,
- os estudos científicos que dialogam com a sintropia,
- e as obras que inspiram o “coração que pensa” — o hṛdaya como centro epistêmico.
2021-04-22
O hino a Durgā entoado por Arjuna (Arjuna-kṛta-Durgā-stuti)
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| Arjuna entoa o Hino à Durgā |
O Hino à Durgā (Durgāstava) entoado por Arjuna, por orientação de Krishna, consta da seção 23 do livro sexto do Mahābhārata. Durgā se manifesta e abençoa Arjuna. Este hino aparece também como parte da recensão da Bhagavad Gītā extraída da Bhāṣya de Hamsa Yogi e editada pela organização religiosa Śuddha Dharma Maṇḍala (capítulo 1, versos 14 a 26). Esta recensão, contudo, desloca o décimo verso para o final do hino (verso décimo terceiro). Além disso, nesse mesmo verso, traz a expressão "raṇājire" (no campo de batalha) no lugar da habitual "raṇe raṇe" (de batalha a batalha). Na tradução que se segue, respeitei a ordem tradicional dos versos, mas utilizei a variante "raṇājire" para lembrar que a Gītā Bhāṣya de Hamsa Yogi é a única que contempla o Hino à Durgā. Agradeço as sugestões de tradução do Prof. Sérgio Mendes; onde não o segui, os riscos são de minha responsabilidade.
2018-12-18
As Correntes Noúricas de Pensamento: dos Vedas até o Manuscrito do Purgatório e a ciência moderna
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| Quando se olha para o céu, tem-se um sentimento de unidade que encanta e dá vertigem. (Ferdinand Hodler) |



















