Há ideias que não pertencem nem à filosofia nem à ciência, mas ao ponto onde ambas se dissolvem em visão. Falar do foco é falar desse ponto. Falar da consciência é falar do modo como o Real desenha a si mesmo dentro de nós. E falar de geometria é reconhecer que o cosmos não apenas existe — ele se organiza. Ele se curva, se replica, se dobra, se expande e se recolhe, seguindo ritmos que aparecem no mais vasto das galáxias e no mais íntimo do coração humano.
A consciência tem forma. E essa forma é fractal.


