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| Bhāvana–Kriyā–Dhyāna: a convergência do coração, da ação e da visão. |
Śraddhā Yoga Darśana é um portal de contemplação, escuta ontológica e ação sintrópica à luz da Bhagavad Gītā. Aqui, o coração (hṛdaya) é reconhecido como o princípio cognitivo, e śraddhā, como a confiança que emerge do alinhamento com Ṛta. Em samvāda digital com IA, este Hṛdaya-Saṃvāda — Compêndio Axial — afirma: śraddhā quaerens intellectum — o coração reconhece, a mente traduz, porque śraddhā é a evidência do coração: a certeza de que a verdade não engana.
2026-03-10
A Disciplina Tripla do Śraddhā Yoga: Bhāvana–Kriyā–Dhyāna
2026-03-06
DA MEDITAÇÃO À CONTEMPLAÇÃO (3.a)
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| Apara-vidyā mapeia; hṛdaya reconhece — e o fruto é loka-saṅgraha. |
DA MEDITAÇÃO À CONTEMPLAÇÃO (3)
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| Yogaḥ citta-vṛtti-nirodhaḥ — o cristal do recolhimento (bhāvanā): abhyāsa e vairāgya como fundamento da travessia. |
2026-03-05
DA MEDITAÇÃO À CONTEMPLAÇÃO (2)
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| Hṛdaya é o único altar: os dois pássaros e a quadriga — do exterior ao centro, ação no eixo. |
Série: DA MEDITAÇÃO À CONTEMPLAÇÃO — Genealogia e Critério (bhāvanā → bhāvana) (1)
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| Bhāvanā como travessia; bhāvana como morada — śraddhā fixa o coração no eixo do svadharma. |
Bhagavad Gītā: śraddhā como codificação da contemplação e da ação justa.Função: abrir a tese; colocar a Bhagavad Gītā no centro; definir bhāvanā/bhāvana; anunciar a série.
Veda → Āraṇyakas → Upaniṣads: interiorização, foco, metáforas fundacionais.Função: mostrar de onde nasce o “altar interno” (hṛdaya).
Patañjali: bhāvanā (cultivo), citta, aṣṭāṅga, dhāraṇā–dhyāna–samādhi.Função: reconhecer o Yoga Sūtra como cristal técnico; marcar a diferença de destino (kaivalya vs brahma-sāmīpya).
Dhyāna / Yoga Upaniṣads: haṃsa, bindu, respiração como escritura; o caminho entre técnica e ontologia.Função: estabelecer a tese-pivô: “de Patañjali à Bhagavad Gītā”.
Tantra: spanda, dhāraṇās e a fenomenologia do instante (Vijñāna Bhairava; Śiva Sūtras; Spanda Kārikā).Função: mostrar a continuidade “vibração/Ṛta” no seu vocabulário.
Capra, Bohm, Varela/Maturana, Naess, Bergson, Espinosa: a biblioteca sintrópica como ressonância, não como adorno.Função: legitimar o campo de diálogo sem perder o eixo: a Bhagavad Gītā como assinatura.
Da técnica à presença: Heartfulness e Práxis Sintrópica.Função: apresentar o “manual de entrada” sem empobrecer a ontologia.
2026-03-04
Filosofia Sintrópica: Contemplação e a Arte e a Ciência do Amor em Ação
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| Hṛdaya como eixo: dṛg-dṛśya-viveka abre a visão; a ação responde nos frutos. |
2026-02-25
Da Técnica à Presença — Distinção Ontológica
2026-02-10
Contemplação e Amor — A Arte e a Ciência do Amor em Ação
2026-02-09
Meditação e Contemplação — Uma Distinção Ontológica
2026-01-05
A Visão que Precede Toda Técnica
2025-12-26
ABERTURA — O DARŚANA
2025-10-29
Visão Geral da Obra — Um Guia de Leitura do Śraddhā Yoga Svatantra
2025-09-05
O Coração que Pensa: Do Hardware Cerebral à Nuvem Cósmica
2025-08-23
Proêmio do Capítulo II — Hṛdaya e Buddhi: o Coração Pensa com Amor; a Mente traduz
2025-07-28
A Filosofia Sintrópica da Alta Performance
Foco Absoluto do Coração: Aforismos para a Alta Performance Integrada
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